Risco fiscal brasileiro pesa mais para estrangeiros do que viagem de Flávio Bolsonaro aos EUA
Tensões diplomáticas em segundo plano
A recente viagem de Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos trouxe um ingrediente inédito para o tabuleiro das relações entre o governo brasileiro e a gestão de Donald Trump. O político desembarcou em Miami na manhã de quarta-feira, 28 de outubro, depois de passar pela Argentina.
A movimentação gerou expectativas sobre possíveis atritos diplomáticos. No entanto, para quem movimenta grandes volumes de capital internacional, esse cenário está longe de ser a principal dor de cabeça.
A prioridade do mercado internacional
Avaliadores de risco e capital estrangeiro apontam que o comportamento da economia interna do Brasil continua sendo o fator determinante para os negócios. Em termos de preocupação, eventuais desgastes diplomáticos ficam atrás das incertezas relacionadas à estabilidade fiscal do país.
Enquanto o cenário político internacional ganha novos capítulos com a presença de aliados da família presidencial em solo norte-americano, os investidores mantêm o foco voltado para as contas públicas brasileiras e os rumos da política econômica.
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